O Fórum Econômico Mundial divulgou em novembro que o Brasil é o 74º entre 128 países no ranking da desigualdade entre homens e mulheres. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, investir socialmente nas mulheres é uma das melhores e mais rápidas formas de contribuir para o desenvolvimento humano [PNUD 2008].
Considera-se educação de qualidade a que, além de oferecer formação científica, humanista e a busca por aprimoramento, valoriza o diálogo com o “outro” e o convívio pacífico e respeitoso com todas as diferenças, de modo que elas não sejam motivo de inferiorização e constrangimentos.
O Brasil hoje reconhece a diversidade sociocultural dos povos indígenas, expressa pela presença de mais de 220 povos distintos, habitando centenas de aldeias localizadas em quase todos os estados da Federação. Não existem dados precisos sobre a população indígena no país, mas ela já foi muito mais numerosa: em 1500, estima-se que era formada por 6 milhões de indivíduos.
A legislação brasileira que defende os direitos das pessoas com deficiência é uma das mais avançadas do mundo. No Brasil, os dados divulgados pelo IBGE (Censo 2000) revelaram que 14,5% da população brasileira têm alguma deficiência, o que representa 25 milhões de pessoas.
Segundo Paulo Vannuchi, ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, estudos feitos com base em noticiário da imprensa afirmam que, entre 1980 e 2006, 2.745 brasileiros da comunidade LGBT foram assassinados no país. “São números aquém da realidade, já que se baseiam no registro jornalístico”, afirma [fonte: Folha de S.Paulo, 05.06.08)].